Sobre o Blog

Desde que comecei este blog, lá pelo ano de 2009, minha intenção era apenas criar um lugar onde eu pudesse estocar meus textos que publicava em outros sites. O tempo passou, cheguei a congelar a página, pensando mesmo em destruí-la, mas o tesão por escrever sobre assuntos diversos, como sociologia, política, literatura e cultura em geral falou mais alto e retomei este sítio, desta vez com mais afinco e de maneira mais disciplinada, procurando publicar sempre uma vez por semana, relacionando assuntos que, ao meu ver, fossem de interesse para qualquer um que goste de discutir sobre a loucura que é o mundo moderno.

Quantos leitores eu tenho? Cem, cinquenta, vinte, dez? Não me importa muito. O que realmente importa é o prazer de escrever, sabendo que estas palavras estampadas nessas Páginas Perdidas podem ter algum significado para alguém em algum lugar deste mundo globalizado.

Meu objetivo, pelo menos agora, é manter o foco em assuntos culturais, como séries, filmes, livros, publicar pequenos fragmentos de grandes obras e de novelas escritas por mim; e também sobre política e sociedade em geral… A escolha por torná-lo um domínio mais profissional, paginasperdidas.me, foi para aumentar, pelo menos a médio e longo prazo, o tráfego, e explorar o máximo de potencial que um este blog possui, que é ser uma fonte confiável de análises sobre contemporaneidade, num tempo em que a irracionalidade parece ser a lógica. Pretendo dividir, com quem quer que seja, minhas inquietações, anseios e problemas que um jovem sociólogo e escritor como eu tem nestes quase dez anos de estudo sobre o social. Trata-se de lançar um olhar que busque muito mais o entendimento do que alimentar a polarização e o clima de torcida reinante hoje. Escrever, tomando uns goles de café e tendo com trilha sonora algum clássico do jazz ou do heavy metal, me dá muito prazer, é quase um chamado. Se eu fico duas semanas sem ler um livro ou colocar algumas linhas estúpidas no computador, sinto-me mal, oprimido, incapaz de expressar a minha individualidade… Eu necessito disso assim como o viciado precisa do ópio.

Se o leitor gostou, ótimo. Se não gostou, vá a merda.

R. Lima

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