Inexistência

Nos dias difíceis da vida, em que eu gostaria de ter uma máquina do tempo e voltar atrás naquele milésimo de segundo que fez toda a diferença para o desenrolar dos acontecimentos do restante das horas que vão se arrastar até que a maré volte a ficar tranquila; nos momentos em que eu sinto que a solução seria ser uma pessoa diferente e não repetir as mesmas tendências que produzem os mesmos resultados; em horas como essa,  em que espanco o meu pobre teclado sem dó, eu gostaria de deixar de ser.

Como um vulto que perambula no véu que separa o agora do antes, como uma ausência, água evaporada no infinito das nuvens. Uma consciência elevada, calma e translúcida, sem voz, nem nome, nem sentido. Uma inexistência perpétua, ou mesmo temporária, até pelo menos eu conseguir entender, de fato, tudo o que eu preciso aprender.

Eu não sou fácil, nem…

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